Capadócia.

em Capadocia – Turquia.

Por aqui passava a Rota da Seda que trazia produtos orientais para a Velha Europa enquanto os Ottomanos não haviam conquistado Constantinopla em 1453, e todos se encantavam com a quantidade de pessoas vivendo em casas escavadas nas areníticas montanhas de formatos bizarros, nos subsolos, com até nove andares subterrâneos.

Fizemos o que todos os turistas fazem: um passeio de balão ao amanhecer. Indescritível. Nem vamos tentar traduzir em palavras o que nem as fotos do Fran dão conta de retratar.

Com um guia local super qualificado tivemos uma verdadeira aula de história desta região, Anatólia, enquanto tentávamos explicar a ele a confusão que os ibéricos fizeram ao utilizar-se do mito turco para nomear o Amazonas. As daqui comporiam uma tribo de mulheres guerreiras que viviam ao norte da Capadócia, em algum lugar ainda não identificado pelos arqueólogos, e que periodicamente invadia essas paragens em busca de homens “para tirar cria”, para servirem de escravos sexuais. Segundo o mito ottomano depois de usados esses escravos eram sacrificados no mesmo altar em que as Amazonas imolavam seus filhos varões, só as meninas sobreviam. Mas mesmo estas não tinham moleza: na puberdade tinham um de seus seios extirpados para que, guerreiras, pudessem melhor se utilizar de seus arcos e flexas.
Tentamos explicar ao guia turístico que há duas teorias para o nome da floresta rasgada pelo Rio Amazonas: uma sustenta que os indígenas cabeludos teriam sido confundidos com mulheres (o que, convenhamos, é difícil de engolir, até porque não cavalgavam); outra, que sugere que em uma das línguas locais a expressão “rio que engole barcos” soaria como “amazona” e que tal similaridade fonética tivesse sido utilizada para assustar eventuais aventureiros anglo-saxões, flamengos ou franceses que estivessem pensando em por ali se instalar. Não sei qual versão ele preferiu.

Assim como as tais amazonas indígenas ribeirinhas, também as daqui desta região não teriam deixado evidências de sua real existência.

O certo é que quem vier para cá, podendo, não deve deixar de tentar fazer um passeio de balão.

Postado por Xixo com fotos de Francisco.

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