Carnaval na Estrada é diferente.

O nosso está sendo em Istambul. Temos saudades? Vamos voltar a morar no Brasil ou em qualquer outro lugar? Viramos ciganos, zíngaros, estamos condenados a nunca mais deixarmos o nomadismo? Condenados como Caim, o nômade fraticida, ao desterro eterno? Nunca terminará essa Nossa Grande Viagem?

Quando nos colocam essas questões respondemos com o laconismo que só a poesia permite. E com Cartola.
De todas, prefiro esta interpretação.

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