Minha visão de Istambul.

em Istambul.

De primeiro momento tive uma péssima impressão da cidade. Uma metrópole do tamanho de São Paulo, barulhenta, repleta de filas intermináveis onde nos desgastamos resolvendo problemas fronteiriços. Hoje, dia de realmente conhecer a cidade, mudei de opinião. A antipática passou a ser charmosa. A maioria não fala ingles (assim como no Brasil), apesar disto todos são muito simpáticos e fazem de tudo para manter um ar alegre na conversa. Os monumentos são muito bem preservados e o chamado Grand Bazaar é incrível. Voltarei à cidade, talvez não de carro, mas voltarei.

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Visual das estradas que cruzam os Bálcãs.

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Os voluntários que trabalham nos campos de refugiados são muito jovens.

Clique aqui para assistir ao vídeo.

Fizemos amizade com Marco, um espanhol de 21 anos que não voltava para casa há 3 anos. Viajando de campo em campo para ajudar os refugiados. Todos tinham mais ou menos esta idade, por isso, eu e o Fran fomos varias vezes confundidos com eles. Nos viam jovens e ao mesmo tempo diferentes, isto bastava para que nos vissem como amigos. Enquanto espiávamos pelas frestas das barracas sem querer atrapalhar, alguns gritavam “Come in! Come in!” e logo comecavam a falar na lingua deles, sem que entendessemos nada. Depois de alguns minutos entendemos que estavam reclamando do aquecedor quebrado, apontavam para as crianças enroladas em cobertores explicando que estavam com frio. Sem podermos fazer nada, passamos o recado adiante. Um pouco depois, aconteceu o que foi para mim a cena mais marcante. Eu tinha visto que uma menininha de uns 4 anos estava nos espiando há alguns minutos. Quando virei de costas, senti algo encostando nas minhas pernas. Olhei e ai estava ela, me olhando com aqueles olhos redondos e expressivos. Sem conseguir ficar de pé direito, ela se apoiou em mim e levantou o pé descalço pedindo ajuda. Só ai eu reparei que ela só tinha a meinha rosa em um pé. Emocionada, eu avisei para uma voluntária, que a pegou no colo para levar à barraca de doações e com sorte conseguir novas meias. Nunca vou esquecer do rosto desta criança, seus olhos redondos, os cabelos bagunçados..

✌ Paz e Amor.

O sol se punha e o menino tomava os ultimos goles de um suco que encontrou na barraca. Estava em frente aos banheiros químicos, na entrada do acampamento. Próximo dali centenas de pessoas esperavam seus vistos para serem registrados na União Europeia. No instante em que o vi, corri para fazer algumas perguntas sobre sua jornada. Ele falou algumas palavras em árabe, não falava inglês.. então comecei a reparar em detalhes que pareciam mínimos. Os olhos de uma criança que teve que deixar seu lar eram marcados por traços de lagrimas. As várias camadas de roupas doadas davam uma noção do frio que enfrentaria ao anoitecer. Os dentes sujos mestravam um pouco dos padrões de higiene que os refugiados são obrigados a ter… mesmo assim o garoto não se conteve em esboçar um pequeno sorriso. Eu, depois de alguns momentos com lágrimas nos olhos, tive de sair. Na minha opinião esta foi a imagem mais importante desta parte da viagem. Toda vez que olho para a foto lembro daqueles instantes. Não sei o nome dele e muito menos se ele está bem. A única certeza que eu tenho é que lembrarei dele para sempre.
Postado por Francisco.

Luz da manhã filtrada pelas nuvens sobre os campos da Transilvânia.

Este é um dos nossos momentos favoritos do dia. Os curtos períodos exatamente antes e depois do alvorecer do dia são as horas mágicas. Para mim, fotógrafo, são instantes imperdiveis. Em questão de minutos o sol, as nuvens ou mesmo o ângulo em que os raios iluminam a terra podem alterar a tão bela cena. Além de ficar olhado somente através da lente eu tento me policiar para aproveitar também a vida real. Cada nascer de sol é único e mesmo acontecendo em poucos minutos, os momentos parecem eternos.

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Falsas expectativas sobre a Transilvânia.

Estávamos muito curiosos para saber o que havia nesta região da Romênia. Ouvimos historias sobre dragões e vampiros que habitaram esta região e, pela fantasia do cinema, esperávamos uma cadeia de montanhas repleta de castelos e florestas.
Hoje descobrimos que a parte oeste do território é movida somente pela agricultura e pecuária. Preferimos seguir pela rota aos pés das colinas e morros, todos devastados para a plantação. Há também perto da cidade de Sibiu usinas nucleares, de geração de energia movida a luz solar, fábricas e siderúrgicas que acabam degradando esteticamente a paisagem que um dia foi coberta por florestas.
Grandes empresas multinacionais optaram por instalar algumas de suas fábricas aqui, pois a mão de obra é barata. Apesar das expectativas rompidas, adoramos ver as cidades medievais, que são muradas e preservadas até hoje. Realmente nos sentimos em um cenário de conto de fadas.

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Um seguidor do perfil do instagram da Nossa Grande Viagem tirou uma foto da Lola cruzando a fronteira pra Romênia!

Mora na Suécia e trabalha em Bucareste. Se mais alguém nos encontrar por aí tirem uma foto e nos mandem como mensagem!

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A nossa passagem pela capital croata foi gelada.

A Croácia integra a União Europeia, mas nos surpreendemos quando, logo no primeiro pedágio, o preço era em KN. Kuna é a única moeda aceita em todo o território. Desde que chegamos ao continente europeu esta foi a primeira vez que precisamos trocar dinheiro. Zagreb no inverno é vazia e há neve em todo canto; quando chegamos a cidade fazia -8 graus. Anoiteceu cedo e tivemos que “fazer hora” antes da janta. Nos perdemos pelas ruazinhas do centro da cidade que classificamos como uma Vienna em miniatura.

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Making of da clássica foto do carro.

Making of da clássica foto do carro.

Publicado por Nossa Grande Viagem em Quinta, 7 de janeiro de 2016

Na sua opinião, em qual momento a ilha de Bled é mais bonita?

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A segunda etapa da viagem finalmente começou.

Ontem a tarde cruzamos a fronteira da Áustria – pais até então desconhecido por mim e pela Bá – chegando a Innsbruck ao anoitecer. Hoje de manhã olhamos, da varanda do albergue, uma montanha com pouca neve e decidimos fazer a primeira caminhada desta fase da viagem. Normalmente o inverno na Europa é muito rigoroso mas por algum motivo este está leve.
Saímos de casa às 9:30 da manhã, cedo, para aproveitar as poucas horas de luz do dia (Sol aqui nasce as 8:00 e se põem as 16:30). O trajeto nos lembrou outras caminhadas que fizemos no Alaska e na Patagônia. A caminhada foi de 10km morro acima e durou 3 horas, levamos apenas a roupa do corpo e a câmera, nos esquecendo de água e comida para emergências. Encontramos várias famílias, casais e atletas passeando sobre a nevoa do bosque. Ficamos imprecionados com a velocidade que o costume proporcionou aos austríacos para realizar todos os esportes relacionados a montanha. Deve ser agradável ter uma natureza tão bem preservada nos fundos do seu quintal. Decidimos parar quando chegamos no tão esperado restaurante Arzler Alm, um pequeno chalé no meio da montanha, que so reabrira em março. Um pouco desanimados e com fome descemos por um caminho mais curto até o teleférico que nos levou ao topo da montanha.
Apesar do frio, valeu muito a pena sair da cama hoje de manhã!

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Um reflexo da nossa passagem por Paris.

Postado por Francisco.

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Momentos do entardecer.

Postado Por Francisco.

em Paris.

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Nous sommes arrivées. Chegamos a Paris!!

Postado por Francisco.

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Saímos da Espanha pela fronteira do Pais Basco, as fotos explicam por que temos certeza de que voltaremos a esta região.

Postado por Francisco.

em País Basco.

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Nosso primeiro dia na Espanha foi assim:

Com lindos castelos, igrejas e aquedutos. Para completar, contamos com a ótima companhia de Ricardo, Daniele e Carolina.

em Avila Y Segovia.

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Uma reflexão necessária pra quem gosta de viajar. Feliz natal a todos!

Falta menos de um mês para voltarmos para a estrada!!

Caminhada Salkantay, 80 km de trilhas que ligam Cuzco a Mach Picchu no Peru.

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URGENTE!!!

Galera aqui do Rio de Janeiro, por favor perguntem aos amigos se podem ajudar o amigo viajante Jil Ben (http://jilaniauxameriques.blogspot.fr). Ele e’ francês e rodou as Américas a bordo de um Renault (foto). No momento se encontra em Botafogo e esta’ com o motor quebrado. O carro possui cama e todos os equipamentos para viajar . Ha’ também detalhes importantes que precisam ser ditos: A van em que ele viajou não existe no Brasil, portanto o comprador tem que ter tempo para tentar consertar (ou desmontar o carro, considerando os vários equipamentos importantes para overlanders).

Jil pretende leiloar ou guardar o carro em alguma garagem ou jardim. Tentem ajudar o cara, ele precisa partir urgentemente.

Contato no email francisco2802@gmail.com ou no email jilani75012@yahoo.fr

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Alaska

Nossa passagem pelo Alaska não durou muito, viajamos por todo o estado em um período de 15 dias. Nesse trecho da viagem decidimos alugar um Motorhome (Carro-Casa), veiculo que nos permitiu pernoitar em ambientes totalmente agrastes. Nesta parte dirigimos ao norte até não podermos mais. Entramos no circulo polar norte e, por conta de um imprevisto na estrada e do tempo, tivemos que retornar.

Demos a volta no Alaska, conhecemos diversos parques nacionais mas, sem dúvida alguma, o St. Elias foi o mais impressionante. O parque está isolado de tudo, a 140km de estrada de terra da cidade mais próxima. As opções de hospedagens são poucas e caras mas para nós isso não foi um problema já que acampamos de frente para o lago.

O parque tem muitas atividades e foge um pouco daquele conceito de ponto turístico, bem o que nós (viajantes) gostamos. Com certeza foi um dos pontos altos da viagem.

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Chegamos aos 18 mil viajantes!!!

Infelizmente não conseguimos manter a mesma frequência de postagens que tinhamos enquanto viajávamos. Nossa Grande Viagem passa por um momento de tramite de fronteiras. Durante todo o trajeto até o Alaska nossa fronteira mais demorada havia sido a de Cartajena de índias (Colombia) para Colón (Panama). Agora criamos um “record” difícil de ser superado, estamos há quase 2 meses bloqueados pela burocracia norte-americana. Esperemos que no restante de nossa volta ao mundo não tenhamos outra fronteira tão difícil quanto esta.

Superagui

No ultimo fim de semana a Nossa Grande Viagem se isolou na ilha de Superagui, no Paraná.

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PETAR

Nossa passagem pelo mundo infra-terrestre começou quando eu e a Bá tinhamos 3 e 2 anos de idade, nestas mesmas cavernas. Viajávamos todos os fins de semana por todo o pais buscando aventuras a bordo de uma Defender “Noventinha”. Nesta época descobrimos a maior parte dos parques nacionais do sul do nosso Brasil. Quando esbarramos no Petar pegando o gosto pela rocha. Começamos pelo Núcleo Santana composto por 5 principais cavernas, incluindo a própria Santana -primeira cavernaque penetramos. O parque estadual conta com estrutura para todos, até mesmo deficientes físicos na caverna do Diabo por exemplo.

O novo Universo nos ajudou a perceber a insignificância do ser humano quando comparado com as forças da natureza, sensação retomada novamente nos últimos 6 meses de travessia das Américas. Ao sairmos do país conhecemos outras formas de interação com a pedra, conhecemos diversas grutas, canyons, fendas, gretas, ravinas, cenotes e até mesmo cavernas submarinas.

Neste feriadão voltamos ao início da nossa aventura montanha a dentro, entramos novamente na caverna Santana e relembramos bons momentos de nossa infância.

Agora com intenso interesse na fotografia, registrei um pouco da nossa aventura.

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O que faz um musico dentro de uma caverna??

Um musico na caverna.O que faz um musico dentro de uma caverna?? O tio Álvaro mostrou que suas habilidades também podem ser aplicadas na natureza.Postado por Francisco.

Posted by Nossa Grande Viagem on Segunda, 12 de outubro de 2015

Qual é o pais mais bonito da America?

Para mim a fronteira sul da Bolivia cruzando a cordilheira dos Andes para chegar ao Salar de Uyuni foi essencial para responder a frequente pergunta. Na Bolivia tudo é colorido, as montanhas, os lagos, as roupas, as pessoas e os animais. Com certeza voltarei a Bolivia, o pais mais bonito e colorido da America.

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Elefantes-marinhos

Quando estávamos na Península de Valdez, Patagonia Argentina, tivemos a oportunidade de ver e fotografar as fêmeas e filhotes de Elefantes-marinhos. Os animais passam muito tempo deitados no sol, empilhados, tentando concentrar algum calor.

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RED WOODS, Califórnia, 2015.

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Feliz dia dos pais a todos!

Hoje fazemos a ultima reunião sobre a diagramação do livro da Nossa Grande Viagem.

Na Bolívia quase fomos atropelados por um trem.

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China Town de São Francisco

A China Town de São Francisco, por ser a maior concentração de chineses fora da China, é parada obrigatória. A comida é esquisita e a escrita também. Tudo é em mandarim. O dialeto Oriental está nos jornais, salgadinhos, remédios, propagandas, rádios e preços. Entramos em várias lojas curiosos para ver o que nos espera lá no Oriente, nos assustamos com os sapos, tartarugas e tendões de animais sendo vendidos como alimento. Ao que parece vamos garantir nossas refeições nas sopas servidas de entrada.

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Nossa volta pro Brasil foi estrelada e tranquila.

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Acordei no meio da noite e me diverti tirando fotos da janela do avião. Não acreditei quando, monitorando o mapa do voo, percebi que passávamos por cima do Rio Amazonas. As fotos não ficaram boas mas ainda servem como lembrança.

Quando estávamos em Galápagos os amanheceres e entardeceres foram inesquecíveis.

Talvez por todos estarem com sono e cansados, cada um aproveitava estes momentos do dia se sua própria maneira.

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Um resumo da primeira etapa da Nossa Grande Viagem.

11692543_628673667275023_3485122484008745056_nColocaremos o mapa disponível para download em breve no site da viagem.

Postado por Francisco.
Mapa do Google Earth.

Cuis

Visitamos a casa de um de um criador de porquinhos da índia, que aqui são chamados de Cuis. Os mais de 150 porquinhos são criados dentro de casa. Acreditam que ajuda na calefação do ambiente.

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Mercadorias

Todas as quintas os indígenas moradores das montanhas descem para as cidades para comercializar seus animais. Eles não são muito cuidadosos com suas mercadorias.

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Os animais de Galápagos são diferentes.

Por aqui temos pássaros que não voam, iguanas que nadam, tartarugas e tubarões que vivem mais de 200 anos!

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Mergulho extremo.

Caí do barco como colete vazio, cabelo dentro da mascara ensaboada e sem o controle da minha flutuabilidade. Por ser a terceira imersão do dia todos esperávamos algo mais leve, algo que não dependesse tanto do aeróbico. As ondas na superfície, de quatro a cinco metros de altura, batiam nas pedras com força e empurravam a embarcação contra a ilha. Nos encontramos a 15 metros sob a confusa superfície em um completo azul. Nadamos para a parte mais escura, onde já esperávamos a existência de um paredão. No planejamento anterior ao mergulho soubemos que em nenhum momento veríamos o fundo pois este estaria 200 a 300 metros abaixo. Calmos, nadamos por alguns minutos em duplas para o lado esquerdo, observamos várias moreias e pequenos peixes que dormiam dentro das tocas, mas por um motivo então desconhecido nossa guia, Natasha, fez a volta.

Seguimos o mergulho com a parede do nosso lado esquerdo, tínhamos a permissão de, se necessário, usar as mãos para o impulso contra as pedras e assim vencíamos o balanço que começava a ficar mais forte. Atuns de vários metros, tartarugas, cardumes de peixes e moréias podiam ser vistos em qualquer lugar.

Carol, nossa segunda instrutora, mostrou-me 4 espertos tubarões que acabavam de sair de suas tocas. Talvez estivessem saindo para a caça mas fato é que logo que passaram uma incrivel correnteza nos atingiu.

Como todos os mergulhadores, sabemos que não se toca em nada do fundo do mar mas o grupo já se separava quando agarramos a parede.

Em fila indiana nós resistimos por alguns minutos. Preocupados com nossas vidas e as dos companheiros, apontávamos onde seria o melhor lugar para um abrigo, desviando-nos das moréias que, de bocas abertas esperavam a mão de um distraido. Pensava comigo mesmo que era um absurdo que uma DiveMaster não abortasse aquele mergulho, pois se soltássemos das pedras nunca conseguiríamos voltar ao mesmo ponto.

A craca quebrava com a força dos nossos dedos, desengonçados batiamos com o cilindro na parede e nos ocupavamos olhando o manômetro, profundimetro e computador. A perda de equipamentos em correntes fortes como aquela é comum e eu podia sentir a mascara e o regulador sendo lentamente arrancados da minha cara. Natasha chacoalhava um chocalho para nos mostrar o cardume de tubarões martelo que passava a 40 metros em mar aberto e com dificuldade vimos 4 ou 5 barrigas que refletiam a luz do céu nublado.

A corrente cessou e enfim chegou o momento de voltarmos à superfície. A guia apontou para o azul e se afastou da escuridão, nós a seguimos.

Inesperadamente ouvi novamente o chocalho e me virei. Maristela (minha dupla), paulista que eu recem conhecia, via sua nadadeira esquerda afundar. O grupo separado tentava se reunir novamente no muro. Eu e a Bá batiamos muito a perna para compensar a corrente que voltava a enfurecer. Fomos jogados contra as pedras 7 metros abaixo dos restantes. Quando tudo se acalmou nos reunimos demos as mãos e nadamos rumo à parada de segurança e logo à superfície.

Os agonizantes 40 minutos, para mim, pareciam não terem fim.

Revendo o computador de mergulho reparei na profundidade máxima alcançada (30.4 metros), 40 centimetros abaixo do nível tóxico do Nitrox que respirávamos. Felizmente, fui o único a chegar a essa profundidade, provavelmente no momento em que a corrente me jogou para o fundo. Assim como todos os presentes nos 2 grupos que mergulharam na Isla del Elefante, passo bem.

Quando voltamos ao barco contamos a visão que cada um teve para os que desistiram de fazer aquele mergulho e demos risada dos sustos que cada um tomou.

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Hoje a Ba voltou pro Rio.

A simpática, alegre, risonha e chatinha da viagem se foi…

Eu e o meu pai sentiremos saudades pelos próximos 7 dias. Preferimos encerrar a viagem com mais um desafio: Tentar ascender ao vulcão ativo mais alto do mundo. O Cotopaxi tem mais de 5900 metros de altitude e exige aclimatação. Faremos uma primeira subida ate o glaciar encontrado a 5300 metros, desceremos e faremos caminhadas mais pesadas a 3000 metros. Se nos sentirmos preparados tentaremos o cume no sábado.

Esta ultima semana promete boas aventuras, uma pena que não tenhamos a companhia da irmãzinha… Bem feito, quem mandou voltar antes?? (haha)

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Nossa Grande Viagem voltou de Galapagos!!!

Hoje começaremos a postar as fotos da incrível semana de mergulhos com o pessoal da Acquanauta Mergulho Curitiba.

Os Lobos Marinhos são moradores de rua na ilha San Cristobal.

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Nosso ultimo entardecer no Yosemite foi com vista para os pinheiros.

O frio chegou junto com a noite e só eu fiquei do lado de fora para fotografar.

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Hoje a tarde chegamos ao Yosemite.

Chovia e as fotos não queriam ficar boas, paramos algumas vezes na beira da estrada para ver a cor alaranjada das árvores e a neblina que passava entre elas. Depois de mais de duas mil curvas adentrando o parque vimos no GPS um tal de Yosemite Valley, onde teríamos que contornar para seguir o trajeto. A Bá já enjoada não aguentava mais tanto pinheiro mas a verdade é que ninguém conseguiu ficar entediado com tal vista, mesmo na sexta hora de direção. Fazia muito frio e garoava mas paramos em quase todos os mirantes para ter uma primeira experiência no parque, amanhã faremos tudo de novo com mais calma.

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Montanhas, cachoeiras, rios, lagos, glaciares e icebergs

Nas ultimas duas noites dormimos assim, com vista para as montanhas, cachoeiras, rios, lagos, glaciares e icebergs.

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Alaska estereotipado

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O Alaska estereotipado é branco e gelado. Assim que chegamos vimos que no verão não é bem assim. Ontem, 200km adentro do circulo polar ártico, passamos calor, fizemos fogueira e sofremos com os mosquitos.

No verão aqui é tudo muito verde, neve somente no topo das montanhas.

Parque Estadual Denali

Ontem no parque estadual Denali nós não vimos ursos mas adoramos o passeio pelos 100km de estrada de chão observando a natureza local.

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Fauna do deserto.

11010547_595297150612675_4450073290177255055_nViajando pelos canyons do Death Valley não encontramos mais que lagartixas e pequenos ratos mas bastou chegar nas dunas de areia, parte mais visitada pelos turistas, que pudemos observar outros animais. Em volta do pequeno oásis composto de restaurantes e fontes de combustível encontramos enormes tordos que esperavam por algum vacilo dos predadores. Para carniceiros como este o deserto se torna um lugar fácil para encontrar alimento, pois em seus horários mais quentes pode chegar a 60 graus centígrados. Nesta parte encontramos também simpáticos grupos de passarinhos que buscavam frutas nos arbustos e, quando ja saiamos do parque, tivemos a surpresa de ver e fotografar um casal de coiotes.

Nossa segunda feira repleta de novas experiências.


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O acampamento dos brasileiros era composto por 5 carros

O acampamento dos brasileiros era composto por 5 carros: Três, mais bonitos, Defenders, um Troller e um Dahiatsu. Sendo os únicos sem cama dormimos no banco do carro em um frio de -8°C.

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Pequenos detalhes do Parque estadual Oak Creek Canyon.

Hoje passamos por uma linda estradinha no interior do canyon, paramos em um estacionamento para tirar algumas fotos e demos de cara com a portaria do parque. Deixamos as Red Rock Mountains para amanha e passeamos por 4 horas dentro da floresta, recomendamos.

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Overland Expo

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No dia anterior ao Overland Expo decidimos passar para ver a agitação, ver como seria organizado e se precisávamos de alguma coisa a mais para a entrada. Encontramos no campo do Mormon Lake mais de 200 carros de overlanders já montados para o acampamento. No canto Brasileiro encontramos com o Roy e Mi (Mundo por Terra – Uma fascinante volta ao mundo de carro), Dan e Li (Zanzando), Renan e Paula (Outsiders Brazil), Castro e Rosely (Vamos pro Alasca). Naquele frio de 0 graus abrimos uma garrafa de whisky, contamos historias de aventuras, discutimos o futuro de nossas viagens e rimos muito. Sem duvida, apesar do frio e da neve que está por vir, estamos felizes.

Anoitece em Las Vegas!

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Uma aventura que já planejávamos há anos é a de voar em um túnel de vento.

Uma estrutura como esta é dificilmente encontrada, no Brasil só temos uma e se paga por volta de 400 reais pelo período de 30 a 40 minutos. Encontramos o passeio com um preço aceitável e barato em comparação a qualquer outro túnel de vento e decidimos experimentar. O túnel pode ser considerado o melhor professor de um paraquedista, pois sendo um lugar seguro e controlado, permite ao atleta treinar os movimentos que deseja realizar futuramente, quando estiver saltando de verdade. A intensidade do vento é regulada por um instrutor de acordo com o tamanho e peso do paraquedista e a comunicação é feita por meio de gestos. Nos divertimos na aula técnica e, como podem ver, muito mais na aula prática.

Eu sou o de roupa vermelha e minha irmã de roupa verde e amarela.

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Mais uma da serie Errando acertamos.

Com o GPS desligado para recarregar a bateria mais rapidamente passamos reto de onde teríamos que virar para Loreto. Rodamos 200km para longe da Carretera Trans-peninsular e, numa pausa da leitura em voz alta que fazíamos, notei que rumávamos em direção ao Norte com o Oceano Pacifico a esquerda, enquanto devíamos estar com o Mar de Cortez a nossa frente rumando a Leste. Olhamos os mapas e concluímos que seria melhor pegar uma pequena estrada que, a principio, seria pavimentada por 50km para chegar novamente na grande MEX – 1, única estrada que corta a Baja California por completo, 160km acima de onde tinhamos previsto dormir. Chagamos na tal estradinha e nos vimos perdidos no meio do deserto aparentemente sem nenhum ser vivo, construção, riacho ou lugar para um possível acampamento. Discutimos o que faríamos se estivéssemos sozinhos em semelhante situação, onde dormiríamos, como faríamos para evitar as venenosas cobras e escorpiões que por ali deviam viver e finalmente encontramos um oásis, uma vila onde uma tienda vendia, entre outras coisas, alfafa, sim, alfafa no meio do deserto… Compramos Pés-de-moleque, energéticos e seguimos viagem desta vez por estrada de chão, nos lembrou novamente porque escolhemos a LR Defender. Passamos por varias partes onde qualquer outro carro não conseguiria e onde o 4×4 foi realmente necessário.

Acertamos pois durante as duas horas que levamos para fazer o trecho de 50km conhecemos o Mexico estereotipado, aquele com cactos, bolas de feno rolando com o vento e a poeira, marcas de tiros e imensidões desérticas. Voltando a estrada “delicinha” admiramos o por do sol no Mar de Cortez vendo também as vantagens de viajar na estrada mais rápida e estruturada.

Sem o erro brutal que cometemos não teríamos esta maravilhosa experiência.

Nos motivou mais uma vez a optar por estradas menores.

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Bons mergulhos na Baja California.

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Cabo Pulmo, o melhor ponto de mergulho da Baja California.

Sem internet nem água quente, a cidadezinha vive do turismo com pequenas cabañas e energia solar.

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Isla Espíritu Santo

Saímos hoje de La Paz, Baja California, rumo a Isla Espíritu Santo. A ilha tem belas esculturas em sua parte de rocha basáltica e granito. Nos lembrou a Corsega, ilha francesa localizada no Mediterrâneo, por ter semelhantes praias, montanhas, cores e temperatura da água.

Postado por Francisco – Fotos tiradas minutos antes de mergulhar

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Quem tem medo de Tubarão Baleia?

Há três anos tentávamos mergulhar com os magníficos Tubarões-baleia.

O tamanho assusta. Imaginem como seria mergulhar, nadar, brincar com um peixinho de duas toneladas, do comprimento de um ônibus!

É inofensivo. Nem dentes tem, na boca somente um filtrador para sugar planctons que boiam bem próximo à superfície.

O Mar de Cortês nos recebeu muito bem. Amanhã vamos mais ao sul da Baja Califórnia, para mergulhar em Cabo Pulmann, onde não há internet, ar condicionado, nenhuma modernidade, como deve ser um parque nacional. Os pescadores de lá abandonaram seu ancestral ofício para se dedicar ao turismo ecológico. Vamos conferir. Não estranhem se ficarmos mudos por dois dias.

Hoje nos hospedamos em um simpático albergue para mochileiros. Recomendamos!

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Overland Expo West 2015

Fizemos nossa reserva para a Overland Expo West 2015! Na feira encontraremos peças e equipamentos essenciais para os viajantes, alem de muita gente legal para trocar historias, mapas e músicas.

Teremos que chegar em Flagstaff (Arizona) antes do dia 15, “Taca-lhe pau Marco veio!”

Cordilheira no México

A Cordilheira aqui no México é ainda mais bonita, a neblina que se forma entre as montanhas deixa visível as várias camadas.

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Asfixia

Dia de asfixia também para os viajantes, desde que saímos da estrada não paramos de buscar noticias sobre a verdadeira guerra que se estabeleceu em Curitiba.

Total apoio da Nossa Grande Viagem aos professores do Paraná!

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Amanhece na Guatemala. Ruínas de Tikal.

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Nas ruas de Guatemala.

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Helados exóticos

Situada a duas horas da fronteira com El Salvador está Antigua Guatemala. Sempre pela Panamericana, passamos pela capital e chegamos ainda pela manhã. Encontramos uma cidade linda, toda de pedra e cheia de pequenos restaurantes, nos lembrou de Granada, León, Paraty, Morretes e Cartagena de Indias. Encontramos um hotel simpático, com preço razoável logo na chegada e saimos para almoçar. Com muito calor e fome comemos bem em um restaurante de comida internacional e voltamos ao hotel para uma siesta. Deixamos para conhecer a cidade no fim da tarde onde encontramos uma sorveteria de “helados exóticos”. Sim, bem exóticos, no cardápio vimos a opção chocolate com bacon. Não muito obrigado, fica pra amanhã. A cidade é muito bonita e preservada, não sendo difícil imaginar como era em seus tempos de capital espanhola das Américas.

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Instantâneos de El Salvador.

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Selfie!

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Silhuetas

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Hoje fizemos o melhor mergulho da viagem.

Vimos muitos peixes, corais mais bonitos e numerosos que os vistos na Austrália, uma tartaruga, várias lulas, algumas moreias, lagostas e outros crustáceos e um cavalo marinho.

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Tamanduá sobe em árvore!

Na semana passada, um pouco antes de sairmos da Costa Rica, passávamos por uma estrada de terra quando vimos o animal. A Bá perguntou logo o que fazia um ratão na beira da estrada. Paramos o carro e fomos olhar. Sendo o segundo tamanduá que vimos na viagem, logo identificamos. Este, diferente dos que temos no Brasil, não é tão grande e consegue escalar com agilidade de um macaco. Antes o animal subia para encontrar cupins e formigas, mas com a nossa chegada subiu para se proteger.

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Dia de vulcões.

De manhã andamos por quase 4 horas em diferentes florestas na base do Rincon de la Vieja. Vimos águas ferventes, fumarolas, lamas vulcânicas, rios, marcas deixadas pelo magma no solo e na vegetação. Depois do passeio embicamos a Lola novamente para o norte e cruzamos a fronteira. Entrando na Nicarágua notamos varios vulcões no mapa e decidimos ir pra ilha de Ometepe. Amanhã daremos a volta na ilha passando pelos dois vulcões e no dia seguinte subiremos o Volcan Madeira.

Em Moyogalpa, Isla de Ometepe.

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Meu primeiro eclipse.

Ontem, enquanto navegava no Instagram, encontrei uma postagem da NASA dizendo para os leitores da “west coast” das Américas ficarem atentos. O eclipse aqui na América Central aconteceria das 4 às 6 da manhã. Acordamos, nos vestimos e passamos duas horas e meia observando o espetáculo. Infelizmente não consegui nenhuma foto da parte avermelhada da lua. Existem coisas que só podemos fotografar com os olhos.

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Ainda bem que encontramos a fazendinha…

Saindo do rafting já com o caminho traçado no GPS viramos à direita na cidadezinha de Quepos em direção à cordilheira. O aparelho disse que nos faltavam 100 km até Cartago, cidade base para os que sobem o vulcão Irazu, e que em 4 horas chegaríamos ao nosso destino. Tempo depois, acabou aquela “delicinha” de estrada pavimentada que nos acompanhava desde o Corcovado, entramos numa estradinha que foi piorando conforme nos afastávamos da civilização. Saindo do nível do mar em direção a uma cidade a 1800 metros de altitude em estrada de chão não parecia ser coisa boa. Depois de mais ou menos 1 hora de viagem havíamos rodado somente 10km, nos lembraram da época de raids e rallyes de regularidade. Subimos, descemos, cruzamos rios, pontes, fazendas, montanhas, e enfim uma estrada completamente deserta e inutilizada havia muito. Pela primeira vez na viagem tivemos que usar a tal da “marchinha”, a reduzida, a que deixa o motor mais forte. Com a marchinha funcionando e estranhando o mato na altura dos faróis entramos em uma fazendinha com cerca improvisada e cães de guarda (bem sinistra ) para perguntar se estávamos no indo no lugar certo. Cinco homens sem camisa saíram da casa com paredes de eternit perguntando o que estávamos fazendo em suas propriedades. Dissemos que éramos “gringos perdidos” e que precisávamos chegar à capital, auxiliados, chegamos novamente a uma estrada pavimentada. O trecho de 40km de mão unica sem guard-rail olhando para penhasco durou 4 horas e meia e foi o mais Off-Road da viagem até agora.

“Ainda bem que encontramos a fazendinha…

E ainda bem que os caras não nos mataram.”

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Quetzales das florestas panamenhas

Quetzales fotografados hoje durante uma trilha de 6 horas pelas florestas panamenhas. Esse é considerado por muitos o pássaro mais bonito do mundo e pelos Maias o mais importante, chamado Pássaro Dragão, Quetzalcoatl (Cuculcan). Tivemos a sorte de ver de uma vez só 3 deles e alguns quilômetros depois mais uma fêmea.

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Boquete For Sale

Nessa cidade de nome estranho e muitos atrativos escolhemos a montanha, amanhã faremos uma caminhada de 6 horas pela floresta. À noite há a possibilidade de subida ao vulcão Barú, chegando à cratera ao amanhecer. Do topo se pode ver o nascer do sol no mar do Caribe e do lado oposto vemos o Pacífico. A caminhada é basicamente uma escada natural, para subir são 6 horas, na descida outras 5. Resta saber se teremos condição física para tal aventura.

As incríveis paisagens das patagônias

Nas patagônias as paisagens são incríveis. Enquanto na Argentina, vimos uma imensidão de campos, os chamados Pampas cobrem grande parte do país e chegam a tornar a viagem Brasil – Ushuaia bastante monotona. 600 km de reta vendo a mesma paisagem diariamente não é fácil. Ao entrarmos na outra patagônia vemos algo mais civilizado. No Chile os ventos continuam fortes mas a paisagem muda, estradas mais movimentadas (ainda que em rípio), mais fontes de combustível e grandes montanhas, lagos e glaciares vistos o tempo todo. Antes de passar a fronteira podíamos ver a cordilheira mas nunca cruzar-la. Nos impressionamos com o encontro de castores (norte americanos) e de gambás preto e brancos, os demais animais já eram esperados, guanacos, ovelhas, vacas, pinguins, focas, lobos marinhos, etc. Nossa passagem pela cordilheira através da Carretera Austral aconteceu em 3 dias, todos nos avisaram que merecia no mínimo uma semana e realmente merecia. Esta parte tão extrema do continente nos rendeu mais de 8 mil quilômetros, boas histórias, ótimas caminhadas, fotos e aventuras. Temos motivo para voltar à patagônia.

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Diferentes luzes no céu de Panama City

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Reserva de aves

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Durante a longa espera para entrar no ferry-boat que nos levaria ao Panamá depois de conhecer os viajantes saímos para dar uma volta na reserva de animais ao lado do porto. A reserva de aves também conta com iguanas, macacos, roedores e um veado campeiro que, muito simpático, vem receber carinho dos visitantes. Os treinadores mostram suas habilidades com os pássaros fazendo-os voar de um lado para o outro acima da cabeça das pessoas. E o mais legal é que não é um zoológico, é um viveiro, os animais encontrados machucados são colocados ali soltos, onde recebem cuidados e comida. Para os viajantes que passam é divertido, porque além de gratuito nos permitem interagir.

Péssimas condições de trabalho

Passando em uma cidadezinha no meio do nada encontramos uma padaria que parecia limpa o suficiente para o almoço. Resolvemos deixar a Land no lava car em frente quando descobrimos que a peça que prende o para-barro estava solta. Conversamos com alguns homens que trabalhavam em uma obra ao lado do lava car que nos ajudaram a arrumar o carro. Depois de uma faxina completa uma tempestade acontecia do lado de fora da oficina, passei um tempo tirando longas exposições dos trabalhadores e suas péssimas condições de trabalho. Aí vão os resultados:

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Passamos a fronteira do Ecuador à Colômbia

As estradas continuam boas, o limite de velocidade é controlado por lombadas (quebra-molas) desenhados no chão, desde que passamos da aduana não pegamos nenhuma lombada real. Além dos desenhos no sul da Colômbia o ambiente é controlado pelo exército. Nos 100km que fizemos até Pasto passamos por no mínimo 20 barreiras policiais. Todos os oficiais estão altamente armados e se comunicam de uma barricada a outra dando informações dos veículos que passam. A parte assustadora da viagem foi quando logo após um pedágio virando uma curva no alto de uma colina dois soldados esperavam os viajantes deitados, camuflados em sacos de areia com metralhadoras nas mãos. O motivo? As FARC (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas), com alegadas ligações com o narcotráfico. Como viajávamos ao lado de um vale com lindas cachoeiras e rios eu fiquei com minha teleobjetiva pendurado pra fora da janela fotografando. A câmera vista com aquela lente grande, na sombra da montanha, relacionada com o carro podia ser facilmente confundida com algum tipo de arma, levando em conta a distancia e o despreparo dos soldados de, em grande maioria, 18 anos. O exército aparenta estar pronto para matar.

Hoje pela manhã fizemos mais uma importante parte do “tour” de quem vai a Lima

Do hotel caminhamos algumas quadras parando uma por uma na tentativa de conseguir sacar dinheiro nos caixas eletrônicos. Conseguimos dinheiro suficiente para chegar na fronteira sem preocupações e chegamos à costaneira. Normalmente as vias “costaneiras” são chamadas assim por estarem na beira do mar, mas a cidade apesar de praiana fica no minimo 200 metros acima do nível do mar. Mesmo não tendo o mar próximo o passeio é lindo. No bairro Miraflores no Parque del Amor além do namoro diariamente se praticam exercícios e caminhadas tranquilas. O parque começa em um Farol e termina em um pátio com arquitetura inspirada no parque Guel de Barcelona. O sol é forte e existem diversos kioskes onde podemos comprar refrescos. Terminamos no shopping Larcomar tomando um sorvete e parando em um mercadinho de artesanato antes de voltar pro hotel.

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Para terminar o dia fomos ao Shopping

Para terminar o dia fomos ao Shopping. Após 2 meses e meio sem cinema os três já totalmente desinformados sobre o conteúdo em cartaz, ficamos surpresos com as críticas de alguns amigos sobre o então livro 50 tons de cinza, mas não esperávamos que fosse virar filme. Xixo, sendo o único a ter mais de 18 anos, já tinha a sua escolha, eu e a Bárbara escolhemos o Ida, filme que faz grande crítica ao estilo monótono de vida dos poloneses. Depois do filme alguns minutos de discussão e interpretação do que havíamos aprendido no dia, todos com fome querendo um “Hamburgão”, saímos a procurar um restaurante. Já sentíamos falta também da comida “estadunidense”: eu pedi um BBQ Ribs gigante, a Ba um super hamburger e o meu pai Nachos com Baked potato. Eu sarei, comi cada uma das costelas… o hamburger e a batata ficaram pela metade e os nachos quase intactos, Ba e Xixo desacostumaram a comer.

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Trilha Salkantay para chegar a Machu Picchu

Vim desde o Brasil sonhando em fazer a trilha Salkantay para chegar a Machu Picchu. Antes de começar a viagem lemos vários livros de viagens que tratavam os centros arqueológicos do Peru como os pontos mais altos da viagem. No final da trilha depois de uma noite muito mal dormida desistimos de acordar ás 4 da manhã para ver o nascer do sol em cima da montanha, acordamos ás 9 nos sentindo doentes. Eu, o mais febril, no mesmo dia fiquei com 39,5 graus, com muita dor de barriga, enjoo e permanentemente com sono. Esperávamos uma chuva assim como a de Aguas Calientes, de ceroula, polar, corta vento e capa de chuva pegamos o ônibus. Ao subirmos por volta do meio dia, auge das visitas turísticas, mal conseguíamos andar. Depois de dormir durante todo o trajeto de ônibus, eu não conseguia me manter de pé, me encostava onde fosse possível e cheguei a cochilar por alguns instantes em uma sombra de uma ruína. Enfim deixei que minha irmã e meu pai fizessem o resto do caminho sem mim e voltei para a portaria do parque. Não consegui desfrutar do passeio, mais um motivo para um dia voltar a “MaPi”.

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Geral na câmera

Procuramos em fóruns, sites e guias sobre alguma loja em Cuzco que fosse confiável para uma limpeza geral na câmera. Descobrimos que ao redor da Praça de Armas existem várias pequenas lojas tipo Camera shops mas acabamos indo na dica da recepcionista do hotel. Ela nos indicou uma lojinha no “sótano” (que na verdade quer dizer porão) de um centro comercial na Av. De Sol. A loja não parecia grande coisa, o único atendente, Kevin, de uns 20 anos desmontava e remontava câmeras antigas. Depois de darmos uma olhada nos Frankensteins que ele havia criado deixamos a Canon 6D para uma geral no espelho e sensor. O trabalho foi bem feito, levou 2 horas, tempo ideal para nós que tínhamos pressa, recomendamos.

Geisers

As 4 da manhã todos já estavam de pé, levamos 2 horas para chegar aos geisers. Fomos os primeiros a chegar, fazia muito frio e só Bárbara e Antônio tinham luvas. O sol nasceu lentamente e os ônibus começaram a chegar, infelizmente não vimos as esperadas explosões, apenas um buraco expelia água para mais de um metro de altura. No final não tivemos coragem de entrar nas termas, pois vimos muitos brasileiros reclamando que estava muito, muito frio mesmo dentro d`água. Na volta para San Pedro passamos em diversas lagoas com centenas de flamingos que, ao se assustarem, voavam uniformemente para outros lagos.

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